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Google Analytics 4: entenda o que mudou e seus impactos na comunicação

Por blog, Comunicação & TendênciasSem comentários

Com a nova versão, os profissionais têm acesso a métricas mais precisas e abrangentes

O Google Analytics, serviço de monitoramento de marketing digital do Google, lançou sua nova versão: o Google Analytics 4. Com isso, as métricas, análises e métodos de coleta e interpretação de dados sofreram ajustes e aprimoramentos. E claro que os profissionais da comunicação não podem ficar de fora das novidades da plataforma.

A seguir, você confere o que mudou do Analytics Universal para o Analytics 4.0, quais são as novas métricas, como utilizá-las, e como isso modifica e impacta o futuro da comunicação, especialmente nas plataformas online. 

O que é o Google Analytics?

É um serviço gratuito do Google que gera estatísticas de visitação do site no qual está cadastrado. A ferramenta é capaz de identificar taxas de exibição e clicks, além de localização geográfica dos visitantes, como chegaram à página, entre outros detalhes, enviando relatórios diários, semanais e mensais ao dono do site.

A plataforma, na verdade, nunca parou de evoluir desde sua aquisição em 2005. Porém, agora ela passa por uma reformulação completa, por isso a mudança de logo e nome. 

Veja também: o que é Mídia Espontânea e como conseguir

Para que serve?

pessoa mexendo no computador

Imagem: Freepik

Sua principal função é coletar dados dos usuários de sites, apps e plataformas digitais, computando acessos, tráfego e comportamento, criando relatórios para que isso se transforme em números e gráficos visíveis e de fácil interpretação.

O Google Analytics foi feito principalmente para auxiliar os webmasters a otimizarem os sites que produzem, para campanhas de marketing e para ser usado em conjunto com o Google AdSense. A ferramenta serve para que donos de marcas e sites possam visualizar o perfil de seus clientes, identificando problemas, além de melhorar o marketing e a entrega da plataforma.

Como funciona? 

Após criar uma conta no Google Analytics, o dono do site deve adicionar um código de mediação a cada página disponível. Esse código transcreve ao Google Store quantos usuários acessaram cada página, em comparação a outras nos mesmos nichos ou comércios. 

Em páginas comerciais, o código também indica quantos usuários compraram quais itens, e até rastreia para saber se cada user acessou a página de confirmação da compra, além de rastrear cada idioma, localização, por qual sistema operacional os compradores acessaram sua página e o que os levou ao site.

Veja também: Media training: quais os primeiros passos para ter bons porta-vozes?

Novidades do Google Analytics 4

Uma das principais novidades do Google Analytics 4 é a adoção do modelo de medição baseado em “eventos”, em vez do tradicional de “sessões” e “visualizações de página”. Isso significa que, agora, é possível rastrear ações específicas em um site, como cliques em botões, preenchimento de formulários e reprodução de vídeos, permitindo uma compreensão mais precisa do engajamento do usuário. 

O Analytics 4 também chega com a função “App + Web”, realizando uma análise integrada tanto de sites quanto de aplicativos, oferecendo uma visão completa e se tornando uma ferramenta multiplataforma. Essa mudança já tinha sido anunciada em 2019, e se concretiza agora com o GA4. As análises também são integradas com o Google Ads agora, para otimizar e concentrar dados de campanhas pagas.

O que também muda é o maior controle sobre dados e privacidade que a plataforma oferece, já que o GA4 não depende mais de cookies para coletar e armazenar dados, além de não guardar mais endereços de IP dos usuários, garantindo privacidade e indo de acordo com os termos da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais). 

Outra novidade importante é a incorporação de recursos de inteligência artificial (IA) no Google Analytics 4. Essa integração possibilita insights preditivos, como a previsão de churn (probabilidade de um cliente deixar de usar um produto ou serviço) e a identificação de segmentos de público-alvo com maior potencial de conversão. Com isso, as equipes de comunicação 360° conseguem planejar ações para otimizar a performance das campanhas.

Métricas exclusivas do Google Analytics 4

O GA4 oferece quatro métricas novas para o usuário: 

  • sessões engajadas: quando o visitante permanece com o site aberto e em primeiro plano por mais de dez segundos; 
  • sessões engajadas por usuário: média de sessões em que cada usuário do site engaja, caso o mesmo ID seja visto retornando várias vezes;
  • tempo médio de engajamento: que mede o tempo que o aplicativo ou site ficou em primeiro plano para cada visitante;
  • taxa de engajamento: medida por porcentagem dos usuários que interagiram de alguma forma durante sua sessão.

O que acontece com minha conta do Google Analytics Universal?

Todas as contas do Google Analytics Universal estavam datadas para pararem de computar dados em julho de 2023 e, depois desse período, sua contagem de acessos e outras métricas de seu site aparecem zeradas na ferramenta. Para contas pagas, a ferramenta Google Analytics 360 fica disponível até outubro. 

Infelizmente, não é possível migrar seus dados do AU para o GA4, já que todas as métricas são diferentes. Logo, é preciso criar uma conta do zero, e computar todos os seus dados à mão. Essa mudança se torna obrigatória principalmente pela atualização nos termos de privacidade de usuários, que exigiram uma mudança já que a ferramenta traz novos e mais avançados sistemas de proteção de privacidade.

Os impactos gerados na comunicação

homem olhando para gráficos

Imagem: Freepik

Com as mudanças trazidas pelo Google Analytics 4, a comunicação se beneficia de uma visão mais completa do seu desempenho, com métricas e indicadores mais abrangentes e precisos. Os profissionais de Relações Públicas (e outras áreas relacionadas) podem medir o impacto do seu trabalho, identificar quais canais e conteúdos geram maior engajamento e ajustar suas estratégias com base em dados concretos. 

Por acessarem uma gama de métricas e indicadores mais abrangentes e precisos, as equipes analisam o comportamento dos usuários em diferentes meios. Isso ajuda a antecipar tendências e direcionar esforços de comunicação de forma mais eficiente. As tomadas de decisão, consequentemente, serão mais embasadas, e os recursos serão direcionados para estratégias que trazem resultados reais e maximizam o retorno sobre o investimento.

Dicas de como configurar o Google Analytics 4

A migração do AU para o GA4 só é necessária para contas criadas antes de 14 de outubro de 2020 e, para facilitar a transferência para a nova plataforma, existe um assistente de configuração diretamente no Google para ajudar os usuários.

Basta fazer o login no Google Analytics e ir em “assistente de configuração GA4” para obter todas as informações e passo a passo para a configuração. Vale a pena manter um backup dos seus dados no Analytics Universal, porque não se sabe o que pode se perder ou não no processo de migração, já que as métricas e configurações são diferentes.

Também existem cursos gratuitos do Google para iniciantes na ferramenta, e vale a pena você e seu time investirem um tempo no aprendizado do novo Analytics. Mesmo os que já estão familiarizados com o AU podem se beneficiar de um curso curto sobre a nova ferramenta e todas as suas novidades técnicas.

Veja também: Gestão de crise e PR: vacina ou Tylenol?

Google Analytics 4 para profissionais da comunicação

No geral, o Google Analytics 4 representa um avanço significativo na medição e análise de dados para os profissionais de comunicação 360°. Com suas novas funcionalidades, a ferramenta oferece uma visão mais precisa do desempenho das estratégias adotadas, e permite o mapeamento do segmento em que se atua. 

Assim, é essencial que todos os profissionais de comunicação estejam atualizados quanto às mudanças trazidas pelo Google Analytics 4. Com isso, podem aproveitar ao máximo o seu potencial, impulsionando os resultados dos clientes na era digital.

Gostou desse conteúdo? Então, acesse nosso blog e veja outros! 

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MiraTalks com Mario Ghio: os acertos e os desafios na Educação Básica brasileira

Por blog, PodcastSem comentários

O executivo apresentou dados e reflexões sobre o passado e o futuro das instituições de ensino em território nacional

O segundo episódio do MiraTalks, podcast voltado para educação, empreendedorismo e comunicação, realizado pela Mira Comunicação em parceria com a Carijó Filmes, contou com a presença de Mario Ghio, professor e executivo com trinta anos de experiência na área de educação. A conversa foi conduzida por Juliana Miranda, sócia da Mira, e Yolanda Drumon, coordenadora de PR Strategy na Mira. 

A conversa explorou a posição do Brasil no cenário educacional, bem como o papel da família na escolaridade e as legislações brasileiras sobre o assunto. Confira abaixo alguns temas abordados na conversa e, no final, dois livros indicados pelo professor Mario.

Para assistir o episódio na íntegra, clique aqui.

A qualidade das escolas de Educação Básica brasileira

Foto do Mário Ghio no MiratalksQualquer escola, pública ou privada, pode ter uma educação boa ou ruim. Os fatores são diversos e não é possível definir a qualidade apenas pelo preço. Porém, é fato que o contexto da comunidade na qual a instituição está inserida influencia o processo de aprendizagem.

Um dos fatores que interferem na qualidade de estudo, por exemplo, é o contexto social do aluno. Dados do IBGE mostram que as crianças com mães que possuem Ensino Médio completo têm 97,5% de chance de terminar esse nível escolar, enquanto as crianças com mães sem instrução têm 58% de chance.

Por isso, é necessário o acompanhamento individual dos alunos, considerando essa bagagem familiar. Dar a mesma aula para estudantes com vulnerabilidades diferentes não terá o efeito desejado, visto que cada jovem apresenta necessidades únicas e diversas.

Legislação brasileira

 Ghio aponta que as regulações brasileiras supririam grande parte das defasagens escolares se fossem corretamente utilizadas. A Constituição de 1988 prevê o direito à educação para todos os brasileiros, o que já é um avanço enorme se comparado às décadas anteriores. Juliana Miranda concorda: “A dificuldade está na implementação”.

Dentre os regulamentos em vigor no território brasileiro, existe a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), promulgada em 1996 com o então Ministro da Educação, Paulo Renato Souza. Entre outras coisas, ela definiu a obrigatoriedade da disponibilidade de vagas de ensino público para todas as crianças e jovens de 7 a 14 anos, o que garantiria o direito pleno à Educação Básica.

Já o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em 2014, é um conjunto de metas e estratégias para a política educacional em um período de dez anos, ou seja, até 2024. Porém, ele ainda não foi corretamente implementado. De acordo com Mario Ghio, o plano está certo em todas as suas dimensões e ambições, mas precisa ser levado mais a sério. “A gente não precisa criar um novo PNE, precisamos entregar o plano  que já foi votado”, diz.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) foi fundado em 1937 com o objetivo de realizar estudos para compreender os problemas de ensino no país e propor políticas públicas para solucioná-los. Hoje, o órgão é vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e é responsável pela realização de exames como o Enem e o Enade.

O Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) teve como uma de suas ações o fornecimento de incentivos financeiros para estados e municípios que apresentarem desenvolvimento de aprendizado dos alunos. O executivo destaca os estados de Ceará e Pernambuco como bons exemplos de desempenho educacional. E não é por menos, ambos lideram indicadores educacionais como os de  ensino integral e os anos iniciais de estudo.

Perspectivas para Educação Básica brasileira

Foto dos bastidores Ghio se mostra otimista em relação ao futuro do ensino brasileiro. De acordo com a pesquisa Anuário da Educação Básica de 2021, a escolaridade média da população passou de 9,8 anos em 2012 para 11,8 anos em 2020. Isso significa que, em média, os responsáveis apresentam o ciclo básico completo de 12 anos de estudo e, por isso, podem acompanhar melhor o desenvolvimento escolar dos filhos.

O avanço na educação básica é de grande importância para o Brasil a longo prazo. De acordo com um estudo realizado por Eric Hanushek, da Universidade de Stanford, um aumento de 100 pontos no resultado médio do Pisa relaciona-se a um crescimento de 2% no PIB do país ao ano. O Pisa é o Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes, realizado a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Além disso,Ghio também prevê uma atenção maior às necessidades individuais de cada região do Brasil. Por exemplo, em locais rurais, haveria uma educação mais voltada para o agronegócio, com aprendizados que conversem mais com a realidade dos alunos. Assim, devem existir múltiplas soluções, e não apenas uma única salvação para o ensino nacional.

BÔNUS: Indicações de livros

Ao final do episódio, o executivo ainda indicou  duas obras que discorrem a respeito do  cenário da Educação Básica brasileira.. O primeiro é “País mal educado: por que se aprende tão pouco nas escolas brasileiras?”, escrito por Daniel Barros. Um outro, mais técnico, é “Pontos fora da curva”, de Olavo Nogueira Filho. Ghio ressalta que acha importante ler nessa ordem, visto que o segundo apresenta uma linguagem mais aprofundada.

Gostou desse episódio? Confira também os assuntos abordados no primeiro MiraTalks.

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MiraTalks: conheça o seu novo podcast sobre comunicação, inovação e empreendedorismo

Por blog, PodcastSem comentários

Toda primeira segunda-feira do mês, temos um bate-papo especial marcado com grandes nomes do mercado.

No caminho do trabalho, na academia, limpando a casa, estudando ou minutos antes de dormir. O podcast entrou na nossa rotina tão rápido e sorrateiro quanto as redes sociais. De acordo com a estimativa do Ibope, o Brasil já soma mais de 34 milhões de ouvintes e é o 3º país que mais consome podcast no mundo.

Tudo isso é resultado de um mercado tecnológico superaquecido, da valorização da produção de conteúdo atrelada ao marketing e de um público mais conectado e que consome informações de forma acelerada. 

Assim, o “programa de rádio” renasceu mais completo e atual, tanto em formato quanto em conteúdo. E, a partir de entrevistas de cerca de 50 minutos, as empresas ganham uma fonte de conteúdo infinito e de baixo custo para distribuir em seus canais de comunicação.

É em meio a esse contexto que a Mira Comunicação, em parceria com a Carijó Filmes, apresenta o podcast MiraTalks. O programa irá trazer bate-papos e reflexões sobre comunicação, empreendedorismo e inovação. 

No primeiro encontro, que foi ao ar no dia 4 de setembro, os diretores da Mira, Juliana Miranda e Diego Ramalho, ao lado da host especialista em Relações Públicas Nathalia Di Oliveira, discutem os aspectos fundamentais para uma comunicação estratégica, explicando o que é necessário para construir uma boa reputação, potencializar oportunidades e prevenir crises. 

Veja a seguir os principais tópicos abordados. E, ah, confira no final uma curiosidade sobre a escolha no nome MiraTalks!

Logo do miratalks com fundo laranja Qual é a importância da comunicação 360º 

Pensar a comunicação como caixinhas separadas com diferentes objetivos não faz mais sentido. Do ponto de vista das Relações Públicas, a comunicação 360º considera todas as frentes em que se pode atuar para impactar diferentes públicos de forma integrada ‒ uma área alimentando a outra.

Reputação X Gestão de crise 

Você é do tipo que só busca uma agência de comunicação quando a crise já estourou? Apesar de ser uma prática comum, ela não é muito recomendada. A gestão de crise deveria ser como um plano de seguros, em que você investe mensalmente para evitar problemas ou ter uma base estruturada, caso eles sejam inevitáveis. 

A comunicação como negócio 

A credibilidade é um ponto-chave para todo negócio. “O comercial, que é considerado a roda da empresa, nunca dependeu tanto da comunicação. Já que, sem uma reputação bem construída, ele não se sustenta”, afirma Juliana. 

#FATOEXTRA: Afinal, por que MiraTalks?

Podpah, POD DELAS, NerdCast, Quem Pode Pod… Todos esses programas são famosos e têm nomes muito criativos a partir do trocadilho com a palavra “podcast”. Então, por que não optamos pelo “MiraCast”, “PodMira” ou “MiraPod”?

É importante saber que título do nosso bate-papo passou por uma votação entre os nossos especialistas, que chegaram a seguinte conclusão: apesar de funcionais, o público está saturado dessa brincadeira NOME + PODCAST. 

Então, buscando manter a originalidade e, ainda sim, evidenciar que é um programa que vai proporcionar um verdadeiro diálogo com os entrevistados, escolhemos a palavra “talks”, do inglês, que significa “palestras/conversações”.

Ficou curioso para saber mais? Ouça o bate-papo completo e gratuito no “MiraTalks”: Spotify, Deezer, Apple Podcasts e Youtube.

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Como líderes estão reinventando a comunicação para engajar equipes e conquistar o público consumidor

Por Comunicação & TendênciasSem comentários


Para Juliana Miranda, CEO da Mira, avanço das tecnologias de comunicação reforçaram a necessidade de investimento na marca pessoal dos gestores

Em menos de dois anos, o perfil do Instagram da empresária Karla Marques Felmanas saltou de 600 para mais de 700 mil seguidores. E não foi por acaso. Desde lá, a vice-presidente da Cimed, quarta maior farmacêutica do Brasil, tem investido nos canais pessoais para ampliar o diálogo com o público. Nos vídeos e imagens publicados diariamente, ela fala sobre sua rotina como gestora e exibe vídeos de visita à fábrica da empresa intercalados com conteúdo sobre a sua rotina. Em entrevista recente à revista Forbes, Karla Cimed, como é conhecida nas redes, é enfática: “Você só consegue fazer sucesso se jogando”. Irmão de Karla e presidente da Cimed, João Adibe segue caminho semelhante. Em seus canais, exibe visitas às fábricas, conversas com colaboradores e ações de mobilização de equipe.

 Não por acaso, o novo lançamento da Cimed já é considerado um case de sucesso. Trata-se do protetor labial Carmed Fini, criado pela empresa em parceria com a marca de doces. Em questão de semanas, o produto viralizou nas redes sociais e esgotou nas lojas. Isso em grande parte graças à sintonia entre a estratégia de marketing digital da empresa com a dos executivos influenciadores.

Por que os líderes devem investir na marca pessoal?

O case da Cimed é um exemplo de como marcas pessoais bem construídas ajudam a gerar valor para empresas à medida em que os executivos constroem uma conexão emocional com o público, transmitem autenticidade e transparência e demonstram seu papel de liderança e influência. Esses aspectos são essenciais para construir relacionamentos duradouros com os consumidores e fortalecer a reputação da empresa.

“O líder é um porta-voz pela própria natureza da função. Ao investir em sua marca pessoal, tem a oportunidade de fortalecer a sua autoridade no mercado. Ao mesmo tempo, quando compartilha histórias, valores e interesses pessoais, cria uma imagem mais pessoal e acessível da empresa, que vai além da imagem corporativa tradicional”, diz Juliana Miranda, CEO da Mira Comunicação. “No entanto, é preciso agir em sinergia com a estratégia institucional da marca, pois tudo que ele falar será associado, de certa forma, à empresa, sendo necessário, portanto, agir de acordo com a identidade e os propósitos do negócio”, completa Juliana Miranda.

Como ser um líder engajado?

A construção de uma marca pessoal requer consistência e dedicação. Isso envolve investimento em uma estratégia capaz de traçar objetivos, conectá-los com o da empresa em que atua e traduzir tudo isso em mensagens que conectem com o público-alvo.

“Investir em relações públicas, com foco na imprensa e nos canais digitais, é fundamental para um líder fortalecer sua marca pessoal. Essas ferramentas permitem alcançar um público mais amplo e diversificado, construir uma reputação positiva e estabelecer autoridade em sua área de atuação, que possibilitará influenciar pessoas, compartilhar conhecimentos, inspirar seguidores e criar conexões significativas, impulsionando o crescimento pessoal e profissional”, afirma Juliana Miranda.

Na Cimed, ao se tornarem líderes acessíveis e inspiradores, Karla e João Adibe impactam suas equipes, o setor farmacêutico e a sociedade como um todo. Essa abordagem estratégica contribui para o sucesso tanto individual quanto organizacional, posicionando-os como referências e influenciadores em sua área de atuação.

E você, já pensou em estabelecer uma imagem positiva nos seus canais de comunicação para contribuir para a reputação e influência da sua empresa? Clique aqui e conte conosco nessa jornada! 

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“A produção de conteúdo para as redes sociais precisa ter estratégia”

Por blogSem comentários

Segundo Bruna Scavuzzi, nossa Coordenadora de Digital, conquistar resultados relevantes para os clientes e impactar o público-alvo exigem uma boa análise das métricas

 

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Hoje, é impossível imaginar o cotidiano humano sem a tecnologia e as redes sociais. Elas tornaram-se indispensáveis para a vida pessoal e profissional de cada um, capazes de unir, em tempo real, indivíduos ao redor do mundo. Como resultado, as pessoas vivem conectadas, com os celulares nos bolsos e os computadores como principal ferramenta de trabalho.

Tendo isso em vista, o meio corporativo – e, principalmente, as empresas engajadas – também teve que se adaptar. Toda organização precisa garantir a sua existência online, como forma de se conectar com o público. Por isso, as agências de comunicação 360° possuem equipes bem estruturadas da área de Digital, focadas nesse serviço.

É o que afirma Bruna Scavuzzi, profissional que assumiu recentemente a Coordenação de Digital por aqui. Na conversa abaixo, ela fala sobre a sua trajetória profissional e os desafios na liderança da área.

 

Bruna, conte um pouco sobre a sua trajetória profissional. Em quais áreas você já atuou?
Por ironia do destino, o meu primeiro estágio foi na Mira Comunicação, aos 18 anos. Comecei atuando na área de assessoria de imprensa de educação, junto com o Diego Ramalho, no comecinho da empresa, em 2015. Depois, tive um período de estágio no canal Band News TV e, quando saí de lá, trabalhei na comunicação interna da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT). Lá, fui crescendo e me tornei responsável por comunicar os projetos que eles realizavam, tanto nas redes sociais quanto na interface com assessoria de imprensa.

Como foi a sua volta para a Mira?
Em meados de 2020, na pandemia, recebi a proposta de voltar para a Mira. Voltei como assessora de imprensa e atuei em contas como Vereda, Red Balloon, Sistema pH e a área de literatura infantojuvenil da SOMOS Educação. Fiquei em assessoria por um bom período e me tornei líder da área, responsável por analisar todos os dados relacionados ao atendimento dos clientes. Depois, comecei a me especializar em redes sociais e migrei para a área de Digital.

Você sempre sonhou em trabalhar com redes sociais?
Eu nunca sonhei em trabalhar com redes sociais antes de conhecer o mercado. Acho que nenhum aspirante a jornalista tem esse sonho. Mas, muitos fatores me levaram ao setor – um deles foi a paixão pela criação de conteúdo. Sou desses clichês de “sempre gostei de escrever”, o que me levou ao curso de jornalismo. Nele, descobri um universo de meios que despertaram o meu lado criativo. E, querendo ou não, as redes sociais trabalham com diversos formatos: apuração, vídeo, áudio — tudo isso me encanta bastante.

O que te motivou a migrar para a equipe de Digital da Mira?
Eu sempre gostei de assessoria de imprensa, mas ainda faltava alguma coisa que realmente envolvesse o meu lado criativo. Ao longo dos anos, comecei a me especializar em copywriting  e marketing digital. Assim, fui vendo que eu realmente queria ter experiências trabalhando com redes sociais.

E como você lidou com o desafio de assumir o cargo de Coordenadora da área de Digital?
Aos poucos, fui vendo que eu tinha uma maturidade para encarar alguns desafios dessa parte de Gestão de Pessoas. Sempre consegui me organizar muito bem com demandas e prioridades. Então, quando reparei nessas minhas habilidades — o que sempre tive dificuldade de fazer, porque tinha “síndrome de impostora” —, tive coragem para assumir a Coordenação.

Bruna, como você enxerga o papel do ambiente digital para o mundo corporativo?
O ambiente digital é imprescindível para todas as áreas — e o mundo corporativo não foge disso. Estamos online o tempo inteiro, existindo nesse ambiente, o que significa que há um público-alvo nas redes sociais. Se eu não me comunicar por lá, estou perdendo uma oportunidade de negócio. Esse é o ponto para as pessoas entenderem que o mundo digital é importante para qualquer negócio, seja ele pessoal, com um personal branding, ou para uma empresa.

Ao seu ver, quais são os principais desafios de atuar na área de Digital?
Temos um desafio de organização, porque é um volume de produção muito grande e, dentro dessa produção, inclui-se: estratégia, copywriting, legenda, edição de arte, gravação de vídeo, adequação de tom de voz — as marcas têm personalidades que precisam ser seguidas, para o público sentir que está conversando com alguém, consumindo um conteúdo humanizado — e mensuração de resultados. Entender dados e lidar com alcance e engajamento são um desafio.

O que destaca um bom profissional nesse meio?
Existem vários tipos de profissionais competentes. Há aquele que produz um conteúdo muito bom, pois entende que cada marca tem um tom e sabe identificar o que é apropriado em termos de conteúdo e, até mesmo, na escolha de palavras. Existe também um perfil mais analítico que vai pegar aqueles dados e destrinchar formas de ajudar o cliente. Além disso, existe a pessoa que tem um pensamento estratégico muito forte e que vai ajudar em um planejamento de comunicação bem robusto e adequado.

Atualmente, como é o escopo de clientes da Mira? Como as redes sociais contribuem para a atuação da agência?
A Mira se posiciona como uma empresa que atende marcas engajadas, que tenham algum propósito. Tendo isso em vista, as redes sociais têm mil e um usos diferentes. Um deles, por exemplo, é a rede (de pessoas) que você consegue criar para a defesa de pautas ESG. Nos próximos anos, o ESG vai crescer mais ainda e o mercado vai ter que mudar sua forma de agir.

Hoje, os consumidores já estão mais conscientes e sabem exigir das empresas essa responsabilidade sustentável. Partindo do pressuposto que esse público está online, é importante as marcas divulgarem campanhas, participarem de redes de apoio, auxiliarem pessoas e produzirem conteúdo informativo.

Quais as principais etapas para fazer conteúdos para as redes?
O conteúdo produzido para as redes tem que ser estratégico, então o primeiro passo antes de tudo é definir o tom de voz da marca, os objetivos, os propósitos e os valores. E, posteriormente, definir as metas de crescimento do negócio e das redes sociais.

Como Coordenadora, que mudanças você pretende trazer para a área de Digital?
Sobre mudanças, pretendo dar uma repaginada em alguns processos, para otimizar o tempo da equipe – o que inclusive acaba facilitando as entregas. Pretendo especializar ainda mais a nossa parte de performance para o cliente e fortalecer essa parte, porque é a chave de qualquer negócio.

Como você vê a atuação da Mira daqui para frente?
Acho que a Mira tem total capacidade de assumir mais contas e fazer grandes campanhas. Além disso, atender áreas culturais, mais ONGs — e fazendo tudo isso sem perder essa característica de Comunicação Integrada 360°. A minha passagem por PR fez com que eu tivesse essa integração com a Mira como um todo, basicamente, então é muito do meu perfil garantir essa troca e essa estratégia integrada.

Por fim, na sua opinião, o que diferencia a Mira de outras agências?
Logo quando voltei para a agência em 2020, depois de atuar com outras empresas, percebi o quanto a Mira é boa no quesito atendimento. Essa questão de estar sempre disponível para o cliente, atendendo às necessidades dele, mapeando tudo que ele precisa, com uma estratégia específica e estando presente de forma adequada. Esses são os diferenciais da Mira, discrepantes de outras agências. Eu, particularmente, também coloco na balança o ambiente saudável — temos uma relação de amizade com todo mundo, estamos sempre nos ajudando.

 

 

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“Entender a fluidez e a transformação dos veículos e das pessoas é o primeiro passo para ter bons resultados de imprensa”

Por blogSem comentários

Yolanda Drumon, nova coordenadora de PR Strategy da Mira, fala sobre os desafios da carreira e a sua estratégia para potencializar os talentos da agência

 

 Com mais de 20 anos de experiência no mercado da comunicação, a jornalista Yolanda Drumon assumiu recentemente a coordenação do nosso time de PR Strategy com a missão de continuar potencializando a voz dos nossos parceiros na opinião pública. Em uma conversa descontraída com a nossa equipe de Conteúdo, a paulistana, que já atuava na Mira como consultora de comunicação, afirma que sua gestão será estruturada nos pilares de resultado e estratégia, sem renunciar ao olhar sensível para os colaboradores. Confira:

Mulher sorridente de cabelos castanhos ondulados, usando óculos de armação marrom e um blazer roxo por cima de uma blusa estampada em preto e branco. Ela está posando contra um fundo branco, segurando levemente o lado do óculos com a mão direita.

Você atua como jornalista há mais de 20 anos. Como foi o seu início na profissão?

Eu comecei a trabalhar com 19 anos, no segundo ano da Faculdade Cásper Líbero. Durante o curso, trabalhei em diversos veículos: primeiro, em revistas nichadas e, mais tarde, atuei como assistente de produção na TV Record. Quando acabei o estágio, surgiu a oportunidade de trabalhar em uma agência de comunicação – e, desde então, não saí mais do jornalismo corporativo.

Você sempre se imaginou trabalhando como PR?

Na graduação, isso era uma coisa que não passava pela minha cabeça. Hoje, fazendo uma reflexão, acho que fez todo o sentido para mim. Na Cásper, eu era muito amiga dos alunos do curso de Relações Públicas. Nisso, descobri que os meus skills são muito mais próximos à área, porque eu tenho essa questão da socialização, da visão administrativa e gerencial da comunicação. Ter feito uma pós-graduação em Relações Públicas me ajudou a entender que esse era mesmo o meu caminho.

Antes da Mira, quais foram as suas experiências no jornalismo corporativo? O que mais te marcou?

Na primeira agência que trabalhei, focada no segmento de turismo, fazíamos uma assessoria muito diferente da atual, sem integração, mas foi uma oportunidade interessante porque eu viajava e fazia Media Training em hotéis pelo Brasil. Em seguida, fui para uma agência multifacetada, onde atuei como assessora de imprensa da Câmara Americana de Comércio por quatro anos. Do ponto de vista profissional, acho que foi uma “virada de chave” na minha vida, pelo desafio e pelo modelo norte-americano de atuação de excelência – afinal, o PR nasceu nos Estados Unidos. Aprendi muito sobre a cultura organizacional e, depois, fui contratada para ser a gerente dos comitês de conteúdo deles.

Depois, fui expandindo a minha trajetória de comunicação corporativa: trabalhei na segunda maior agência de comunicação do Brasil.

E o que te motivou a migrar para a área da educação?

Eu resolvi migrar para a área da educação por uma afinidade que tenho desde pequena. Eu brincava de dar aula para as minhas bonecas e, com 13 anos, comecei a dar aula particular para os vizinhos. Para mim, era muito importante dialogar com isso e comecei a procurar trabalhos relacionados.

Nessa trajetória, quais foram os seus primeiros trabalhos no campo da educação?

Tive a oportunidade de contribuir com duas matérias para a Editora Segmento, referência na área de educação. Aconteceu algo muito legal: minha matéria foi capa da Revista Educação com uma pauta sobre “é possível aprender inglês na escola?” – que era uma discussão muito nova. Também participei da Revista Ensino Superior e gostei bastante.

No fim, isso acabou abrindo portas para um contrato com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli – USP) – fiquei alguns meses fazendo os eventos deles. Depois, trabalhei por seis anos no Departamento de Marketing de um colégio em São Paulo, como assessora de imprensa e conteudista.

Três pessoas estão reunidas em um ambiente de escritório, concentradas em uma atividade com um laptop. À esquerda, uma mulher de óculos e blazer cinza mexe no teclado, enquanto o homem ao seu lado, também de óculos e usando um terno preto, observa a tela. Ao fundo, um terceiro homem sorri, participando da conversa. O ambiente é moderno, com grandes janelas e luz natural.

Além da graduação em Jornalismo, você também possui um diploma em Letras. Por que decidiu buscar essa formação?

Trabalhando no colégio Arquidiocesano em SP, eu vivi o pedagógico. Acabei fazendo Letras por conta do encorajamento de um diretor de lá que falava: “estar na escola tem a ver com estar estudando”. Acabei pegando carona e realizando esse desejo antigo da Licenciatura.

Hoje, como coordenadora de PR Strategy da Mira, qual é a melhor parte de trabalhar com educação?

Eu sempre amei a sala de aula e, hoje, eu me considero realizada por fazer, na Mira, essa ponte entre comunicação e educação. A melhor parte do trabalho tem a ver com esperança, porque eu acredito que o mundo pode melhorar a partir da educação.

Aproveitando a sua visão estratégica, Yolanda, qual é o segredo para trazer bons resultados na mídia para uma instituição de ensino?

Na mídia de hoje, existe um diálogo entre a imprensa, as redes sociais e os influencers. Entender a fluidez e a transformação dos veículos e das pessoas é o primeiro passo para ter bons resultados, adaptando a sua necessidade de divulgação às mudanças. Além disso, é preciso ser assertivo e estratégico, sabendo qual a mensagem se quer passar e se ela combina com o veículo. O assessor de imprensa não é um mero reprodutor de conteúdo corporativo, ele deve pensar e agir como facilitador do trabalho do jornalista.

Atualmente, quais os desafios do presente e do futuro na área da comunicação?

A comunicação passou por transformações incríveis nos últimos anos, um processo de digitalização muito grande. Isso mudou tudo: a interação, o alcance, o protagonismo de quem faz e consome notícia, a hierarquia… Esse já é o presente e o futuro. O desafio é lidar com as transformações constantes e rápidas da comunicação. Mas eu vejo isso como positivo, porque nos desacomodamos e somos capazes de crescer, driblando cenários desafiadores.

Qual é o papel do profissional de PR no mundo contemporâneo?

No mundo digital, os profissionais de comunicação, de modo geral, ganharam muita importância, porque quem dá voz ao que se faz nos negócios é o PR. O profissional costura relações, vê oportunidades, não só de imprensa, mas de relacionamento. Assim, ele ganha também o papel de consultor estratégico.

Em fevereiro, você assumiu a coordenação de PR da Mira. Quais são as suas expectativas atuando nessa função?

Quero ajudar na construção coletiva. Hoje em dia, temos muito claro que uma gestão – no caso, a coordenação – deve ser compartilhada. Precisamos ter consciência de que somos apenas uma peça facilitadora na costura entre direção e colaboradores. Então, o melhor que se faz é usar o seu conhecimento em favor da equipe para potencializar o talento que já existe, dentro de um time que considero extremamente eficaz e engajado.

Que mudanças você pretende trazer? O que pretende manter?

A Mira é uma agência extremamente eficiente que se construiu em um segmento nichado e desafiador no Brasil, o da educação. Então, manter toda a estrutura de abordagem é importante. O que pretendo trazer é a potencialização dos talentos, a organização, fazer cross entre os clientes, ver o esforço e o resultado dos colaboradores, que devem atuar como consultores para o mercado. Eu tenho dois pilares de atuação: resultado e estratégia, mas pretendo continuar fazendo isso de forma coletiva – é um mérito da equipe.

Por fim, o que diferencia a Mira das demais agências?

A Mira tem diversos diferenciais. O principal é o tom acolhedor, essa sensação de que você precisa estar bem para performar, um equilíbrio entre vida profissional e emocional. Além disso, a excelência no atendimento. Existe uma preocupação com cada cliente e não se trabalha com números aleatórios. Cada pessoa faz parte de um time, que trata o cliente como único, para oferecer o melhor atendimento possível.

Para saber mais sobre a nossa atuação em assessoria de imprensa, Clique aqui.

 

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Entenda como funciona a nossa comunicação 360°

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Em 2023, é lançada oficialmente a “nova Marca Mira”, atendendo todas as necessidades do mercado com as frentes de PR Strategy, Digital, Content e Design

 

Com o uso diário e crescente das redes sociais, profissionais e organizações tiveram que se adaptar às plataformas digitais e encontrar as melhores formas de dialogar com o público-alvo nos mais variados canais. Nesse contexto, o papel de uma agência de comunicação como consultoria estratégica se fortaleceu não só na produção de conteúdo, mas também no conhecimento e adequação aos meios disponíveis, otimizando o uso de todas as plataformas.

Conversamos com Juliana Miranda e Diego Ramalho, sócios e diretores da Mira Comunicação, sobre o reposicionamento da agência no mercado e a importância de uma atuação 360º – também chamada de comunicação global. Acompanhe o bate-papo:

O que motivou o lançamento da “nova marca Mira”?

Diego: Existem ciclos em que as marcas vão se atualizando. Nós temos um plano estratégico e um plano de negócio que sempre são atualizados, mas, após quase dez anos de empresa, entendemos que essas mudanças de agora reposicionam a Mira entre as agências de comunicação. Com isso, precisamos passar uma nova mensagem, não só no mercado de comunicação, mas no mercado como um todo, em um novo formato, adaptado e atualizado para a realidade de hoje.

 

Que fatores tornaram possível esse reposicionamento da Mira?

Juliana: Naturalmente, fomos apoiando os nossos parceiros nas frentes do mundo digital e desenvolvendo novos produtos. O crescimento da Mira permitiu que investíssemos nos núcleos de Digital (focado na gestão das mídias sociais), PR Strategy (em especial assessoria de imprensa – que é a origem e o DNA da empresa) e Content (produção de conteúdo). Por isso, entendemos que este era o melhor momento do reposicionamento, mostrando que a Mira está atuando de forma 360º. Claro que, junto a isso, houve um diagnóstico de mercado e um estudo da concorrência para que pudéssemos nos posicionar de forma assertiva.

 

Por que foi importante revisitar a identidade visual da Mira?

Diego: Nós entendemos que precisávamos passar novas mensagens, e precisávamos de uma nova ‘roupagem’ para sermos identificados com uma nova identidade. Portanto, faz sentido um novo logo, que, na verdade, só representa uma série de outras informações que estamos trazendo ao mercado.

 

No geral, quais foram as principais mudanças com o rebranding?

Diego: Hoje, é muito importante que as diferentes frentes de comunicação estejam alinhadas. Então, por exemplo, algo divulgado nas redes sociais tem que estar de acordo com o plano de assessoria de imprensa. A Mira oferta tudo isso, não só as soluções, mas também a estratégia. O rebranding traz essa informação: o mercado precisa de uma comunicação 360º, e nós estamos muito fortes nisso, tendo o diferencial de ter surgido do PR.

Juliana: Todo esse processo de rebranding, que levou quase um ano, foi uma grande oportunidade de refletir sobre o que já estávamos fazendo e entender que, na verdade, já atuamos de uma forma 360º. Então, na verdade, não foram mudanças pontuais, mas comunicar isso de forma assertiva. Se você olhar, a Mira de três anos atrás é outra da estrutura atual – o rebranding foi consequência disso.

 

Quais as expectativas com o lançamento do rebranding?

Juliana: Nós esperamos que o mercado entenda, na verdade, que a Mira já é outra Mira, no sentido de oferecimento de produtos, mas que a essência continua a mesma: a excelência no atendimento. Também pretendemos mostrar uma diversificação de portfólio. A Mira tem no seu DNA a educação, e  o que gera um diferencial pela área ser totalmente transversal. Essa característica tem trazido clientes e prospects de diversos segmentos, como saúde, negócios, comportamento e tecnologia.

 

Diego, como fundador da empresa, você pode contar um pouco mais sobre a essência da Mira?

Diego: Essa pergunta é muito bacana, porque não dá para ficar dez anos fazendo as mesmas coisas, do mesmo jeito e sendo a mesma empresa. Então, a agência mudou e vai continuar mudando – o rebranding é um bom exemplo disso. Mas, existe uma essência muito importante: boas práticas do mundo corporativo, como ética, respeito e colaboração, de maneira sólida e clara não são coisas inspiracionais para nós: são práticas cotidianas já consolidadas. Costumo dizer (e essa é a parte mais importante) que a Mira sempre foi ESG, muito antes desse termo ganhar a notoriedade que teve nos últimos anos.

 

Quais são as principais exigências do mundo corporativo atual? Como a Mira se posiciona diante delas?

Juliana: Hoje, o consumidor não aceita mais uma empresa que não converse com seus propósitos de forma transparente – acho que esse é um diferencial importante nosso, justamente porque temos jornalistas com um olhar para a transparência. Existe uma mudança de comportamento das empresas e das pessoas, para um olhar mais humanizado e para a questão do ESG, que precisa estar dentro do planejamento de comunicação e é algo que já estamos fazendo, não só para os clientes, mas para a Mira.

 

O termo ESG consiste em boas práticas de governança ambiental, social e corporativa. Você poderia citar algum exemplo de ação ESG adotada pela Mira?

Diego: Um bom exemplo é que a empresa tem que ser responsável num amplo sentido, porque você não pode transferir para os funcionários todo o seu sucesso ou fracasso. Então, é preciso ter uma responsabilidade financeira, o que impacta o bem-estar dos funcionários, possibilitando que trabalhem com segurança e desenvolvam as suas potencialidades. Somos uma agência formadora. Mas isso é olhando para dentro, pois olhando para fora temos investido em novas possibilidades e apoiado iniciativas e parceiros, como o Instituto ELA e o Instituto DACOR.

 

Atualmente, a Mira se posiciona como uma agência de comunicação 360°. O que isso significa?

Juliana: Principalmente no pós-pandemia e entendendo a mudança na forma de consumir a comunicação, não faz mais sentido olhar para as caixinhas da comunicação sem considerar um macro. Então, a comunicação 360º, do ponto de vista das Relações Públicas, consiste em considerar todas as frentes que se pode atuar para impactar diferentes públicos de forma integrada.

Por que a comunicação 360º é importante?

Juliana: Quando se desenvolve um planejamento de comunicação, é muito mais efetivo ter um  entendimento dos propósitos e objetivos da marca, e derivar isso para os diferentes canais, sejam eles as redes sociais, a comunicação interna, a comunicação offline ou a assessoria de imprensa. Uma área alimenta a outra, não faz sentido trabalhar de forma separada essas ferramentas.

 

O rebranding da Mira acompanha também o crescimento da agência. Quais são as expectativas para os próximos anos?

Juliana: Com quase 10 anos de empresa, a Mira cresceu de forma orgânica, sempre pelo boca a boca. Nós temos uma expectativa que, para os próximos anos, ela realmente se consolide como uma agência de médio porte e essa ação de reposicionamento prevê muito esse crescimento para o mercado. Então, é um momento muito importante nesse sentido, para que possamos ser vistos pelo mercado em outras frentes, não só no setor da educação.

 

 

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Mira lança nova marca e consolida expansão de soluções integradas

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“A Mira já é outra em relação àquela que nasceu em 2014, no sentido de oferecimento de produtos, mas a sua essência continua a mesma: a excelência no atendimento”, diz Juliana Miranda, sócia e CEO da empresa”

O setor de comunicação tem sido um dos mais impactados por mudanças, principalmente em decorrência da digitalização da área e da forma de consumo dos conteúdos após a pandemia. À medida que as tecnologias avançam e os públicos se tornam mais exigentes, os serviços precisam proporcionar mais transparência e melhores relacionamentos para o público.

Nesse contexto, a já difundida Comunicação 360°, caracterizada pela eficiência, velocidade e integração dos serviços, é realidade na estratégia das agências de comunicação, em que é preciso se comunicar com diferentes públicos, com transparência e coerência com os propósitos e objetivos de negócios das marcas . Em sintonia com as tendências mundiais, a Mira Comunicação atua como agência 360° desde 2018, disponibilizando soluções em assessoria de imprensa, produção de conteúdo e gestão de redes sociais, atendendo a todas as necessidades dos clientes.

No entanto, foi em 2022 que a estruturação das áreas PR Strategy, Content, Digital e Design tornou-se oficial, marcando o crescimento da agência que, desde 2020, triplicou seu número de colaboradores – hoje composto por uma diversidade de jornalistas, relações públicas, publicitários e designers.

Nova marca
Agora em 2023, marcando 9 anos de consolidação no mercado de comunicação corporativa., a Mira lança um novo posicionamento, em linha com o momento atual da agência, que passa de pequeno para médio porte. Com caráter instrucional, ela utiliza a comunicação estratégica para informar propósitos e despertar a consciência de diferentes públicos acerca da atuação de seus clientes.

“Nós temos um plano estratégico e um plano de negócio que sempre são atualizados, mas, após quase dez anos de atuação, entendemos que as mudanças de agora nos reposicionaram entre as agências de comunicação. Com isso, precisamos transmitir uma nova mensagem no mercado, em formato adaptado para a realidade de hoje”, diz Diego Ramalho, CEO e sócio-fundador da Mira Comunicação.

Ele comenta que, desde a sua fundação, a agência tem atuado com mais ênfase no setor da educação, mas também incorpora contas de outras áreas, como finanças, terceiro setor, cultura, tecnologia, startups, institutos de pesquisa, ESG, saúde e outros – todos com um olhar para a uma comunicação instrucional, com foco em narrativas consistentes e de impacto para a sociedade .

Soluções integradas
No seu reposicionamento, a Mira oficializa a estruturação interna para atender melhor os seus parceiros, com produtos integrados que vão além do plano de PR e assessoria de imprensa. “Quando se desenvolve um planejamento de comunicação, é muito mais efetivo ter um entendimento dos propósitos e objetivos de cada marca, e derivar isso para os diferentes canais, sejam eles as redes sociais, a comunicação interna, a comunicação offline ou a assessoria de imprensa. Uma área alimenta a outra, não faz sentido trabalhar de forma separada essas ferramentas”, afirma Juliana Miranda, CEO e sócia da empresa. No topo desse guarda-chuva, que é a comunicação macro de uma organização, está a reputação – ativo maior, que deve ser prioritariamente cuidado tanto em momentos de projeção, mas especialmente em focos de crise”, acrescenta.

Outro fator importante para o rebranding foi a identidade visual. O site da agência está de cara nova e as redes sociais estão munidas de conteúdo relevante, com novo visual, buscando fomentar discussões sobre a comunicação das marcas. Além disso, houve atualização do logotipo com novas cores e formas que inspiram vitalidade e movimento, em sinergia com a atuação da agência. “Nós entendemos que precisávamos passar novas mensagens e, para isso, foi necessário uma nova roupagem”, diz Diego.

A essência da Mira e a atuação para o futuro
“Hoje, o consumidor não aceita mais uma empresa que não converse com seus propósitos de forma transparente”, aponta Juliana. Um diferencial da Mira é, justamente, essa atenção com um olhar humanizado e claro, tanto em seus planejamentos internos quanto nas ações propostas aos clientes.
“Não dá para ficar dez anos fazendo a mesma coisa. Vivemos em um mundo fluído e interconectado, onde as mudanças ocorrem numa velocidade exponencial. Precisamos acompanhar e continuar se reinventando – o rebranding é um bom exemplo disso. Mas, existe uma essência muito importante: vivenciamos todos os termos de boas práticas do mundo corporativo, como ética, respeito e colaboração, de maneira sólida e clara. Costumo dizer, por exemplo, que a Mira sempre foi ESG, muito antes de seu crescimento”, diz Diego.

O desenvolvimento e crescimento da equipe Mira possibilitou uma maior gama de serviços: plano estratégico de PR, gestão de crise, assessoria de imprensa e gestão de mídias digitais para marcas e Personal Branding para executivos. Essa lista, realizada de forma integrada e com um atendimento personalizado e exclusivo para cada parceiro, demonstra que a agência está pronta para os próximos passos e para continuar expandindo no mercado.

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Dia do estagiário: por que é essencial desenvolver jovens para o mercado de trabalho?

Por blogSem comentários

A aprendizagem no ambiente de trabalho carrega uma importância pouco discutida nas organizações


Certamente você já deve ter presenciado ou escutado de algum conhecido a seguinte situação: um jovem, que acabou de entrar em uma universidade, está realizando uma entrevista de emprego para iniciar sua jornada no mercado de trabalho como estagiário.

Ao final do processo seletivo, o jovem afirma: “não me contrataram porque não tenho experiência. Mas, como vou ter experiência se não tenho oportunidade?”. A dicotomia entre oportunidade e experiência é algo que a juventude carrega durante todo o seu processo de formação na faculdade.

A realidade é que muitas empresas simplesmente buscam jovens talentos que possam entrar no circuito do negócio e desempenhar funções que nem sempre conhecem ou dominam. Exigir competências muito complexas de quem ainda está em fase de aprendizado pode desestimular o desenvolvimento desses profissionais, influenciando-os a procurar alternativas até mesmo fora do Brasil.

Se, enquanto país, entendemos que a Educação é a única saída para o desenvolvimento de uma sociedade mais igualitária, justa e rica, essa mentalidade também deve estar dentro das organizações.

Organizações que não pensam a educação dentro de suas estruturas, em geral, costumam olhar para o estagiário como um braço de execução de demandas repetitivas das equipes, baseando suas avaliações no quanto aquela pessoa consegue entregar as tarefas dentro dos prazos.

Se sua empresa pensa dessa forma, certamente está fadada a perder um potencial talento no futuro. Assim como as organizações se posicionam junto a seus consumidores, elas também precisam emprestar um olhar estratégico e estruturado para engajar seus novos talentos, um público cada vez mais exigente e crítico.

Não é à toa que uma das grandes questões trabalhadas nas empresas atualmente é o do propósito do negócio. Isso acontece porque, os jovens de hoje, em geral, sentem uma grande necessidade de trabalhar com algo em que enxergam um objetivo maior.

A preocupação de um estagiário com o primeiro emprego não pode ser a quantidade de tempo dentro do escritório ou estar ‘online’ o tempo todo durante um home office, mas, sim, o quanto ele está aprendendo e produzindo a partir de suas experiências.

Esse raciocínio deve levar em conta a quantidade de atividades, inclusive fora do trabalho, que muitos desses jovens lidam diariamente. Enquanto eles estão cursando a faculdade, também fazem o estágio e se envolvem em outras atividades estudantis simultaneamente. Assim, é natural que não consigam dar o seu melhor e se destacar em nenhuma das atividades, uma vez que o sucesso está atrelado à persistência e a um trabalho de longo prazo.

Como pensar o desenvolvimento de um estagiário?

A realidade vivida dentro da empresa, sua cultura, seus valores e seu propósito devem estar claros em todo o processo de experiência do profissional para que o relacionamento e a cooperação entre empresa e empregado sejam produtivos para os dois lados.

Neste caso, nós da Mira Comunicação contamos com um DNA voltado para a área educacional, sempre preocupados com o ato de ensinar e aprender com os nossos colaboradores. Dessa forma, não seria diferente pensar a Educação para dentro dos processos de desenvolvimento de um estagiário.

A participação dos estagiários de Comunicação dentro das atividades visa exatamente desenvolver um profissional cujo aprendizado é mais importante do que simplesmente o resultado.

Mais do que delegar tarefas, é fundamental que a cada momento seja uma oportunidade de explicar os motivos pelos quais aquela tarefa está sendo realizada. Afinal, as novas gerações têm questionado sistematicamente tarefas que alienam sua capacidade crítica e criativa de produção.

Uma das principais maneiras de exercitar esses aspectos é por meio da prática. É ela que faz a diferença no sucesso de aprendizado, uma vez que é a partir do saber fazer que o estagiário vai compreendendo os objetivos de cada demanda, além de entender em quais pontos do seu desenvolvimento ele mais se destaca e quais precisa melhorar.

Os estímulos e o contato com diversas experiências do negócio são os pilares que vão garantir o tão valioso autoconhecimento, habilidade socioemocional que tem figurado entre as mais valorizadas no mercado de trabalho. Dentro de um ambiente acolhedor e confortável, onde o errar é permitido e tratado como um processo, o potencial talento de cada um tende a se valorizar.

Quais ações tomar para desenvolver meu(s) estagiário(s)?

Por onde começar esse processo? Podemos dizer que os principais pontos para garantir uma boa formação profissional passam pelos seguintes pontos: Programa de Desenvolvimento de Estágio, Coparticipação nos processos, Reconhecimento e Possibilidade de Efetivação. A seguir, vejamos um pouco mais sobre cada um deles:

  1. Programa de Desenvolvimento de Estágio

O programa de estágio precisa ser elaborado de forma estratégica. Por isso, é preciso considerar sempre que as atividades serão exercidas, em sua maioria, por jovens estudantes com pouca experiência no mercado de trabalho.

Para ter o objetivo de aliar a teoria estudada à prática da função — que precisa ter ligação com o curso do estudante — é essencial que o estagiário receba suporte, apoio e treinamento para a capacitação e o desenvolvimento de suas habilidades.

  1. Coparticipação nos processos

O estagiário é um aprendiz em potencial e, por isso, precisa ser provocado ao longo de sua formação profissional. Assim, a empresa precisa englobar atividades práticas desafiadoras que estimulem, motivem e tirem o jovem da zona de conforto.

Compartilhar responsabilidades de maneira responsável é um bom começo. Faça com que ele tenha que desenvolver sua autonomia, mostrando que há chances de se destacar com aquela demanda compartilhada.

E lembre-se também de que, como é um profissional em formação, ele precisa de acompanhamento e orientação da equipe.

  1. Reconhecimento

O reconhecimento por um trabalho bem-feito motiva o estagiário e indica que ele está no caminho certo. Se uma tarefa foi bem cumprida, valorize e reconheça. Em caso da não realização das atividades da função, por exemplo, também é importante sinalizar os pontos que deixaram a desejar. Transparência é essencial nesse processo.

  1. Possibilidade de efetivação

Uma forma de valorizar o estagiário é mostrar a possibilidade de efetivação, caso tenha disponibilidade de vaga, após o término do contrato de estágio.

O estagiário é um profissional aprendiz e está disponível para se desenvolver de acordo com as necessidades da organização. Uma vantagem de contratá-lo é o fato de ele já conhecer o clima e a cultura organizacional da empresa, como missão, visão, valores e objetivos.

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Qual o papel da comunicação no novo cenário pós-pandemia?

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Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou pandemia em 11 de março de 2020 por conta do novo Coronavírus, cenários dos mais otimistas até os mais catastróficos ganharam força e se perderam sobre o futuro das empresas sob diversos aspectos. Algumas tendências, no entanto, foram ganhando corpo e mostraram que vieram para ficar.

A comoção mundial acerca do consumo e do papel das instituições privadas logo causou um primeiro impacto. Diante de um problema de tamanha proporção, questões como propósito e responsabilidade social passaram a ser mais discutidas. Ou, simplificando com a pergunta: afinal, o que determinada empresa faz além de lucrar e incentivar o consumo?

Dentre as tendências que se fortaleceram durante a pandemia, destaca-se como exemplo o estímulo às práticas de ESG (Environmental, Social and Governance), em tradução livre, Ambiental, Social e Governança. Mais do que uma autodeclarada conscientização nessas frentes, as práticas de ESG são também, em primeiro lugar, uma resposta das empresas a uma cobrança da sociedade.

 

Comunicação ainda mais estratégica

A exigência de respostas à sociedade requer um esforço cada vez mais profundo das áreas de comunicação e marketing. Além de promover produtos e serviços para o consumo, agora é também necessária a tarefa de “prestar contas” e influenciar a construção da sua imagem institucional positiva na opinião pública (o que posteriormente também impactará o sucesso do negócio).

Nesse contexto, o trabalho de relações com a imprensa torna-se ainda mais estratégico, uma vez que o debate na opinião pública ocorre essencialmente nos meios de comunicação. Com um adicional recente: tem-se agora um público cada vez mais avesso a fake news e consciente do canal em que é impactado pela marca.

O investimento em comunicação, mais especificamente em relações com a imprensa, é, portanto, a parte final e necessária de um grande escopo de trabalho. É preciso esforço e investimento para ter (e demonstrar) empatia, humanidade, sustentabilidade e consciência social e ambiental.

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